Ao compreendermos o sentido de Missão em toda a sua plenitude, poderemos observar que esta, toma sobre si a qualidade Profética. O que implica em dizer que a exemplo do ministério profético descrito nas Escrituras Sagradas, na qual o profeta era o indivíduo levantado por Deus para representá-lo como “porta-voz”, isto é, um agente dos desígnios de Yahweh; a Missão é em si uma ação profética, pois tem por objetivo anunciar os desígnios de Deus a este mundo tenebroso; corrompido em todos os seus seguimentos pela ação pecaminosa do homem e pela astúcia de Satanás. Os valores e princípios do Reino e a Mensagem da Cruz, são a mensagem a ser proclamada. Diante disso a Igreja destaca-se como a grande profetiza do Reino. A escolhida e vocacionada por Deus para tamanha e gloriosa obra, que nem aos anjos fora permitido realizar.
Segundo A. A. van Ruler; “... A missão deve ser vista como a proclamação do Reino de Deus como Reino de Cristo a cada novo povo e em cada época nova. Assim, o tempo passa a ser entendido historicamente deste esxaton: o Reino de Deus.”
Deste ponto vista, podemos concluir que a Missão compreende uma continuação do ministério profético de Israel; que antes não apenas tratava dos assuntos peculiares a este povo, mas também proclamava a salvação futura aos gentios, por meio de Cristo Jesus, o Messias prometido (cf. Is 41,49,56, etc.). Sendo assim, podemos afirmar categoricamente que o profetismo fora um meio singular (quanto a sua eficácia) pelo qual Deus se revelava ao homem ao longo do desdobramento do plano salvífico na história humana.
No contexto em que vivia, o profeta não apenas declarava o pecado e a maldade de sua geração como também era o proclamador da salvação ao seu povo, além de toda sorte de livramentos oferecidos por Deus ao mesmo. Assim, a missão (como profética) anuncia em cada povo e em cada momento da história, a soberania de Deus e seus decretos eternos e imutáveis. Não havendo, portanto, espaço para uma missiologia terapêutica, que massageia o ego humano com sua mensagem sedutora do sucesso contínuo, do inabalável, da vida sem doenças, dificuldades, etc. Além do mais, o ministério profético requer responsabilidade social daquele que anuncia os decretos de Deus. O profeta não é alguém alheio a realidade em que vive, ou puramente indiferente a ela. Ele deveria ser de todo (a medida do possível) notório em todos os seus feitos; sendo, portanto, exemplo de frutos de justiça.
Ao compreendermos o sentido de Missão em toda a sua plenitude, poderemos observar que esta, toma sobre si a qualidade Profética. O que implica em dizer que a exemplo do ministério profético descrito nas Escrituras Sagradas, na qual o profeta era o indivíduo levantado por Deus para representá-lo como “porta-voz”, isto é, um agente dos desígnios de Yahweh; a Missão é em si uma ação profética, pois tem por objetivo anunciar os desígnios de Deus a este mundo tenebroso; corrompido em todos os seus seguimentos pela ação pecaminosa do homem e pela astúcia de Satanás. Os valores e princípios do Reino e a Mensagem da Cruz, são a mensagem a ser proclamada. Diante disso a Igreja destaca-se como a grande profetiza do Reino. A escolhida e vocacionada por Deus para tamanha e gloriosa obra, que nem aos anjos fora permitido realizar.
Segundo A. A. van Ruler; “... A missão deve ser vista como a proclamação do Reino de Deus como Reino de Cristo a cada novo povo e em cada época nova. Assim, o tempo passa a ser entendido historicamente deste esxaton: o Reino de Deus.”
Deste ponto vista, podemos concluir que a Missão compreende uma continuação do ministério profético de Israel; que antes não apenas tratava dos assuntos peculiares a este povo, mas também proclamava a salvação futura aos gentios, por meio de Cristo Jesus, o Messias prometido (cf. Is 41,49,56, etc.). Sendo assim, podemos afirmar categoricamente que o profetismo fora um meio singular (quanto a sua eficácia) pelo qual Deus se revelava ao homem ao longo do desdobramento do plano salvífico na história humana.
No contexto em que vivia, o profeta não apenas declarava o pecado e a maldade de sua geração como também era o proclamador da salvação ao seu povo, além de toda sorte de livramentos oferecidos por Deus ao mesmo. Assim, a missão (como profética) anuncia em cada povo e em cada momento da história, a soberania de Deus e seus decretos eternos e imutáveis. Não havendo, portanto, espaço para uma missiologia terapêutica, que massageia o ego humano com sua mensagem sedutora do sucesso contínuo, do inabalável, da vida sem doenças, dificuldades, etc. Além do mais, o ministério profético requer responsabilidade social daquele que anuncia os decretos de Deus. O profeta não é alguém alheio a realidade em que vive, ou puramente indiferente a ela. Ele deveria ser de todo (a medida do possível) notório em todos os seus feitos; sendo, portanto, exemplo de frutos de justiça.
O livro de Lamentações expressa a dor do profeta Jeremias pela ruína social de seu povo. A mensagem empregada por Jeremias era ao mesmo tempo que salvífica: social, política e cultural. E todos estes são valores e diretrizes que de maneira alguma, devem estar ausentes da missão entendida como um todo. A Igreja torna-se agora, não mais uma simples proclamadora indiferente a sua realidade; mas sim, uma agência de promoção do bem estar social como um todo. Contudo, devemos esclarecer que tudo isto nada tem haver com a teologia da libertação, que na verdade nada mais é que uma “teologia” marxista; deixando de lado o evangelho de Cristo e o Reino como centralidade da história, para colocar nesse eixo o social e a política como um fim em si mesmo. Para estes, o cristão teria a sua fé apenas como motivação, seguindo o programa dos partidos (na política), igual aos não cristãos, porque “hoje o espírito que preside a presença dos cristãos na vida política partidária não é mais conduzido em função da Igreja, mas em função do povo e dos pobres”.
Minimizando o papel da revelação e da transcendência, da dimensão espiritual ou mística da experiência religiosa, os teólogos da libertação, com um implícito universalismo, reduzem igualmente a distinção entre Igreja e mundo, o campo missionário e a agência missionária. “Com uma escatologia do tipo pós-milenista, um esvaziamento da identidade cristã, e o privilegiar de certos marcos teóricos e propostas seculares, essa corrente de pensamento mais se aproxima do campo das teorias políticas do que da Teologia como historicamente entendida.”
Na teologia reformada, a teologia profética da missão está baseada em pelo menos 8 (oito) alicerces escriturísticos, a saber: a Soberania de Deus, a Trindade, a Predestinação, a Depravação Humana, a Eleição Incondicional, a Expiação Limitada, a Graça Irresistível , a Perseverança dos Santos, e como alvo de tudo: A Glória de Deus. Todos estes pontos constituem os pilares da conceito calvinista (que é essencialmente bíblico e teocêntrico), que abrange “todo o desígnio de Deus”(At 20.27) Evangelizar (proclamar) é anunciar todo o desígnio de Deus; é “pregar aos gentios o evangelho das insondáveis riquezas de Cristo”(Ef 3.8); é anunciar “o propósito daquele que faz todas as coisas conforme o conselho da sua vontade”(Ef 1.11).
A Soberania de Deus na salvação requer a evangelização... As missões são necessárias. A Igreja precisa realizar a sua tarefa evangelística, anunciando os propósitos de Deus; mas quando digo Igreja, penso no corpo de Cristo, que é uma operação do Espírito. A Igreja precisa ser missionária, anunciando que há um propósito de Deus para o mundo e que Jesus é o Senhor e Salvador.
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